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Caso Felipe de Ponta Grossa com Hospital das Nações de Curitiba

Erro médico por desleixo, incompetência ou não tinha outro jeito?
Em qualquer das hipóteses, pode o médico e o hospital negarem um outro caminho para corrigir o dano causado?

Essa é a história...  do processo 211/2002 que está correndo na 11ª Vara Cível da Comarca de Curitiba, por conta do erro médico constatado no tratamento de Felipe Messias Bittencourt, segundo laudo pericial expedido pelo Dr. Affonso Antoniuk.”. Este trecho foi retirado do site http://www.casofelipe.com.br.

Trata-se do caso de um jovem de Ponta Grossa que entrou andando no Hospital das Nações para uma operação e hoje vive em uma cadeira de rodas sem condições de ter uma vida independente.

Este processo se arrasta há tempos na Justiça, pois uma das partes (Réu) tem família numerosa no judiciário (Desembargador, juiz e outros cargos) enquanto a outra parte é de uma família simples do interior com poucos recursos.
Esta história mexe com nossos brios e continua mostrando as vísceras fétidas do judiciário paranaense que, até agora, também não deu explicações para o escândalo do prédio anexo do TJ que em matérias anteriores chamamos de Caso Lalau do PR.
Em poucas palavras : Felipe foi operado (aneurisma) pelo Dr. Ricardo Ramina no Hospital das Nações em Curitiba e após a operação não fizeram a tomografia recomendável para verificação e acompanhamento, houve rompimento da artéria comunicante e Felipe ficou invalido, está na petição do advogado que pediu na ação tutela antecipada (negada) para o seu cliente que, sem recursos, necessita de fisioterapia, foneoaudiologia e outros procedimentos para reabilitação. Não se sabe se por influencia da família poderosa do judiciário, Felipe perdeu também no julgamento do mérito. Entrou com recurso (agravo de

 

 

instrumento) e um juiz substituto da 11ª. Vara Civil concedeu a liminar para que o Hospital das Nações desse o tratamento necessário. Mais uma vez ação da família Ramina mudou a decisão. Para conseguir um perito que se propusesse “canetear  contra a “máfia de branco” e contra a família poderosa do judiciário, a família do pequeno Davi (Felipe de Ponta Grossa) luta há um ano. A ação continua a passos de tartaruga. Foi proposta em 2002, parece até que o pessoal da 11ª. Vara Civil tem medo de represálias. Que alma não interessada em promoções no TJ Paraná, ou corajosa,  pode fazer essa ação andar -  para o Felipe também poder andar - e a família Bittencourt voltar a ter a alegria de viver ? O Ministério Público, após receber o parecer do perito convocado, defende em tese que houve crime de lesão corporal culposa, está no site do Felipe acesse: http://www.casofelipe.com.br.

www.gazetadenovo.com

 

 

 

 

 

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